domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ainda sobre a memória do Holocausto



Divulgo o sítio da Associação MemoShoa.

http://w3.memoshoa.pt/

De lá podem chegar à notícia da iniciativa a que se refere o cartaz que deixo acima.

Não ficar indiferente; é uma das formas de ajudar/participar.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Forais-modelo

Demos uma olhadela aos forais do nosso actual concelho, mas tirando o caso de Lavos, com Cartas de Foral do Mosteiro de Santa Cruz de 1155 e do Bispo de Coimbra de 1190, todos os outros são já tardios - do tempo de D. Manuel, século XVI - e já todos obedecendo à aplicação de uma outra lógica no exercício do poder:  a da centralização, apoiada por uma "máquina administrativa" régia, que tudo pretende normalizar/controlar.

Saindo do nosso "alfoz" à procura de Cartas de Foral mais antigas e com relevo nacional, é obrigatório olhar para duas das mais importantes e significativas, uma vez que se tornaram modelos que outros concelhos seguiram depois: a de Coimbra, de 1111, atribuída ainda do tempo do Condado Portucalense, e o de Lisboa, de 1179, concedido por D. Afonso Henriques, trinta anos após a conquista da cidade.

Remeto-vos para alguma documentação que, pelo seu interesse, vos aconselho a consultar!
Nada de complicado ou muito vasto/demorado! Acho que vão gostar... e compreender melhor!

Sobre a questão dos Concelhos e sua autonomia-magistraturas (e com a devida vénia...):

http://jfvturma10d.no.sapo.pt/O%20Espaco%20portugues%20-%20pais%20urbano%20e%20concelhio.pdf


(Por não conseguir imagens para este Foral, deixo-vos o frontispício do Foral Manuelino, dado à cidade em 1516):
1516


7 de Agosto de 1500

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Música dos Trovadores







terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Pelourinhos e Forais do actual Concelho da Figueira da Foz





http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=8cd0ae07-0dbc-4070-a4f1-5be4d1cdf931

A Figueira nunca teve foral, mas teve Pelourinho - que está classificado e salvaguardado como "Monumento Nacional" - já tardiamente, no ano em que foi elevada a Vila -1771 (tempo de D. José I-Marquês de Pombal).

Buarcos, de relevância mais antiga, teve um primeiro foral em 1342 (D. Afonso IV), e um segundo, de D. Manuel, em 1516.



Como pegada a Buarcos existia uma outra Vila, a de Redondos, existem dois pelourinhos: o "de Cima" - o de Redondos - e o "de Baixo" - o de Buarcos propriamente dito.

Pelourinho de Redondos

Pelourinho de Buarcos
Tavarede e Quiaios também tiveram a sua Carta de Foral: Tavarede em 1516, por D. Manuel; Quiaios em 1514, pelo mesmo monarca. Nenhuma delas tem pelourinho.

Foral de Quiaios de 1514 - excerto (Biblioteca da Escola)

http://tavaredehistorias.blogspot.com/2009/07/tavarede.html
Para saberem mais aconselho-vos a fazerem duas excelentes visitas:

No lado sul do Concelho o destaque tem de ir para o antigo Couto de Lavos: teve um primeiro foral em 1217 (D. Afonso II) e um "dos novos" (do reinado de D. Manuel) em 1519. Lavos não tem pelourinho.

Para saberem mais sobre Lavos:
http://www.freguesias.pt/portal/apresentacao_freguesia.php?cod=060506

sábado, 29 de janeiro de 2011

27 de Janeiro




quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Música Medieval - Século XIV




terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O comércio medieval europeu de duzentos

O destaque vai para a importância das Cidades-Feiras da "Rota da Champanhe".

Deixo dois mapas úteis: um primeiro para não esquecerem os italianos, as rotas mediterrânicas e as vantagens que eles souberam explorar em seu favor; outro, a seguir, especificamente sobre a rota que destacamos:


(Útil para percebermos outros factores do poderio italiano...)



E neste mapa existente no link abaixo, para situarmos a região da Rota da Champanhe, que destacamos.


http://www.historiadigital.org/2009/11/mapa-comercio-medieval-na-europa.html


Para uma ajuda complementar ao estudo desta rota central, deixo-vos este pequeno texto, com muito do que é essencial saber/compreender:

domingo, 23 de janeiro de 2011

Há livros... e livros!

Há livros que nos fazem, todos o sabemos.

Uns mais, outros menos.

Numa época da nossa vida, uns mais filosóficos, outros mais divertidos. Noutra, uns mais aconchegantes, outros mais "demolidores"; uns para esquecer (e por isso também se tornam significativos...), outros para não mais os largarmos, como se fossem uma espécie de pele (ou de cérebro) que (se) nos acrescenta...

Os países - e os povos! - também têm livros desses: existem e estabelecem uma espécie de "sapata", uma pequena/grande parte de todo um conjunto de elementos que ajudam a fundar a sua identidade e diferença.

Mas tanta "conversa" para quê? Só para vos apresentar dois desses livros, ligados aos primórdios  de Portugal, e parte desse tal "lastro" das origens a que os povos - para o bem e vastas vezes para o mal... - recorrem para fundamentar a sua origem e o seu imaginário particular.

Espreitem, para alargar estas considerações a este caso específico:


Desses Códices primordiais, referidos no link anterior, destaco dois dos mais relevantes para nós, portugueses: os Códices do Mosteiro do Lorvão, que desde há uns meses, se encontram totalmente disponíveis - só para visualização, ao que parece - na página oficial da Torre do Tombo, o nosso Arquivo Nacional.

Deixo-vos algumas referências e imagens:

- Sobre a História do Mosteiro - de 878 - da Ordem de S. Bento e masculino, primeiro, e da Ordem de Cister, feminino, depois (1206):


Mosteiro do Lorvão resultante das reformas dos séculos XVII e XVIII

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70694/

http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2845164356324469231

http://terrasdeportugal.wikidot.com/mosteiro-de-lorvao

http://www.guiadacidade.pt/portugal/poi/17013/06/mosteiro-de-lorvao


- Sobre o Códice chamado "Livro das Aves":



http://digitarq.dgarq.gov.pt/?ID=4381076


- Sobre o Códice denominado "Apocalipse do Lorvão":



http://pt.wikipedia.org/wiki/Apocalipse_do_Lorv%C3%A3o

http://ttonline.dgarq.gov.pt/dserve.exe?dsqServer=calm6&dsqIni=Dserve.ini&dsqApp=Archive&dsqCmd=show.tcl&dsqDb=Catalog&dsqPos=2&dsqSearch=%28%28%28text%29=%27apocalipse%27%29AND%28%28text%29=%27de%27%29AND%28%28text%29=%27lorvao%27%29%29

http://manuscritospublicos.blogspot.com/2010/10/apocalipse-do-lorvao.html

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Livros "iluminados"

Ora digam lá que não são uma beleza?



(chamo a atenção para o interesse do post donde retiro este exemplo, um texto bom e documentado, que vos pode fornecer elementos complementares sobre o tipo de caligrafias usadas segundo as épocas, as diversas funções dos monges-copistas, entre outros)

http://www.spectrumgothic.com.br/gothic/gotico_historico/caligrafia_medieval.htm


Códice Alcobacense (Mosteiro de Alcobaça - século XIII)


 
Estórias da Bíblia de Pedro Comestor (Paris, 1372)

Não faltam exemplos dos mais significativos na Net!
Se pesquisarem - "Iluminuras", por exemplo - vão ver como vos surgem "pérolas" de várias épocas e países...

Interessa-me virar a "focagem" para a área peninsular em que vivemos, e, naturalmente, para alguns dos livros que associamos à nossa "gestação" como país.

Esse será o post acima. Up!