terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Problemas no Blog / Tratado de Paris

Boa noite.

Consegui resolver o problema no blog, mas com algumas condições.
Na aula explico.

Aproveito para dizer que faz hoje 246 anos que foi assinado o Tratado de Paris (1763). Este Tratado pôs fim à Guerra dos 7 anos entre França e Inglaterra.

Este Tratado foi assinado pela França, Reino Unido, Espanha e Portugal, pois gerou grandes trocas de territórios coloniais entre estas potências.


Battle of Kolin, 1757

Wikipédia

Gonçalo

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

John Locke foi um filósofo inglês, e foi o iniciador do iluminismo. Nasceu em 29 de Agosto de 1632 em Wrington, Inglaterra e morreu em Oates em 28 de Outubro de 1704.
Tendo ido para Oxford para o Colégio de Christ Church em 1652, e aí vivido até 1684. Parece ter-se preparado para entrar na vida do clero, mas recusou um cargo em 1666, ano em que pediu dispensa das ordens para continuar os seus estudos. Num dado momento começou a estudar medicina, tendo-se licenciado em 1674.
A vida política de Locke fê-lo viajar bastante. Foi em Montpellier que começou a tomar forma o seu Ensaio sobre o Entendimento Humano, obra que começou em 1671 e que só foi publicada em 1690. Regressado a Inglaterra em 1679, exilou-se na Holanda em Agosto de 1683, devido às posições políticas de Ashley que, em luta aberta contra o rei de Inglaterra, Jaime II, se tinha exilado no mesmo país, e aí morrido no ano anterior.
Foi na holanda que terá concluído o seu Ensaio, pouco tempo antes de regressar a Inglaterra acompanhando a futura rainha Maria.
O novo regime nomeou-o embaixador ou para Berlim ou para Viena, à sua escolha, mas Locke recusou devido ao «ar frio» e às «bebidas quentes». Foram-lhe propostos outros cargos menos importantes, que aceitou, como o de comissário de comércio. Mesmo ocupando cargos públicos, que o obrigavam a estar em Londres, foi viver para o campo, para Oates, para casa de Francis Masham. Aí viveu até à sua morte, acontecida em 1704.

A Filosofia politica de Locke

Quando Locke escreveu os Dois Tratados sobre o Governo, a sua principal obra de filosofia política, tinha dois objectivos: refutar a doutrina do direito divino dos reis e do absolutismo régio, assim como criar uma teoria que conciliasse a liberdade dos cidadãos com a manutenção da ordem política. A teoria de Filmer sobre a soberania absoluta de Adão, e dos reis enquanto descendentes do primeiro homem, perdeu qualquer interesse, e o argumento de Locke tornou-se o padrão. As doutrinas apresentadas no segundo tratado tornaram-se a base de filosofia política e social, durante gerações. Para Locke o Trabalho é a origem e a justificação da propriedade. Locke defendia que, quando a humanidade se multiplicou e a terra se tornou insuficiente para todos, foram necessárias regras para além das criadas pela lei moral ou natural.

Francisco

Marquês de La Fayette


Marie-Joseph Paul Yves Roch Gilbert du Motier, mais conhecido como Marquês de La Fayette nasceu em Auvergne a 6 de setembro. Foi um aristocrata francês famoso por sua participação na Guerra da Independência dos Estados Unidos da América e nos primórdios da Revolução Francesa.


Durante a Revolução Francesa dirigiu as forças militares que massacraram os trabalhadores de Paris em 17 de Julho de 1791, no Campo de Marte. Terão sido mortas cerca de 50 pessoas no primeiro dia e 400 pessoas nos dias seguintes, incluindo mulheres e crianças. O marquês de Lafayette, guerreiro da liberdade, mudou a história. Ajudou a derrotar os britânicos em Yorktown, garantindo a independência americana, e, na França, ajudou a derrubar dois reis e um imperador. Lafayette foi um campeão incansável dos direitos naturais e o principal autor da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. “Existem certos direitos naturais inerentes em toda sociedade dos quais nem uma, nem todas as nações poderiam com justiça privar um indivíduo”, insistia. Sustentava que esses direitos não estão “sujeitos à condição da nacionalidade”, e incluem “a liberdade de consciência e opinião, garantias judiciais, e o direito de ir e vir”. Promovia o livre comércio, além de lutar pela tolerância religiosa e pela liberdade de imprensa. Quando o governo francês atacou os imigrantes, ele abrigou vários deles em sua própria casa, e gastou muito de seu próprio dinheiro para ajudar a libertar escravos nas colônias francesas.



“Lafayette só teve uma causa durante sua longa vida: a liberdade humana. Jovem, arriscou sua vida na guerra e na revolução por ela. Na maturidade, vivendo sob a mal disfarçada ditadura de Napoleão, regime que detestava, recordo como tinha sido ferido, denunciado, condenado à morte, desprezado, preso, destituído e exilado - tudo a serviço da liberdade humana. Pobre, impotente, sem perspectivas à época, Lafayette perguntou: ‘Como amei a liberdade? Com o entusiasmo da religião, com o arrebatamento do amor, com a convicção da geometria - eis como eu sempre amei a liberdade.”

Stanley Idzerda, historiador

“Ele possui talentos militares incomuns, tem o pensamento rápido e certo, é perseverante, empreendedor e cuidadoso; além disso, tem o temperamento conciliador e perfeitamente sóbrio, qualidades que raramente se encontram na mesma pessoa.”

George Washington

Fontes utilizadas:

http://www.wikipedia.org
http://www.google.pt
http://www.ordemlivre.org


Carolina

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Carmen Miranda

>Passa, dia 9 de Fevereiro de 2009, 100 anos sobre o nascimento de Carmen Miranda.

O ícon da música braileira nasceu em Portugal, em Marco de Canaveses (1909) e, com apenas um ano, foi viver para o Rio de Janeiro.

Em 1930, iniciou-se na carreira musical gravando "Pra você gostar de mim". Tornou-se a mulher mais famosa e amada do Brasil, recordista absoluta de vendas de discos e também a "Embaixadora do Samba". Ao todo a cantaro deixou 280 musicas gravadas.

Ainda no Brasil, entrou nos filmes: A voz do Carnaval (1933), Alô, Alô Brasil (1935), Alô, Alô Carnaval (1936).


Em 1939 parte para os Estado Unidos, actuando em inúmeros espectáculos, revistas, programas televisivos e em 14 filmes: Weekend in Havana (1931), Nancy goes to Rio (1953), Scared Stiff (1953)...

A sua popularidade foi tanta que foi convidadda a deixar a marca das suas mãos no Passeio da Fama.

Em 5 de Agosto de 1955, Carmen Miranda morreu vítima de uma doença prolongada em Beverly Hills, Califórnia.

Em 1977 foi inaugurado, no Brasil, um museu com o nome da cantora.

Fontes:

Wikipédia

Diciopédia



Marta

Augusto Monterroso (1921-2003)


Já ando há algum tempo para vos falar dele, mas hoje, porque passam 6 anos sobre a sua morte, não escapa mesmo: Augusto Monterroso (Honduras; México)

Descobriu-o há uns dois anos atrás, li há pouco tempo o seu magnífico e desconcertante romance Lo demás es silencio (1978) - tradução portuguesa de 2008 da Oficina do Livro - e ando a desbravar o seu A ovelha negra e outras fábulas (1969) - edição portuguesa da Angelus Novus, 2008 - um livro de contos que em conjunto com a sua obra inicial, Obras completas (y otros cuentos), de 1959, o firmaram como um dos mestres do conto curto.

É dele o conto mais curto da história da literatura (do livro de 1959): El dinosaurio : Cuando despertó, el dinosaurio todavía estaba allí (”Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá” ).

Do de 1969, deixo-vos o conto que dá o título ao livro: A ovelha negra

"Num país longínquo existiu há muitos anos

uma Ovelha Negra.

Foi fuzilada.

Um século depois, o rebanho arrependido er-

gueu-lhe uma estátua equestre que ficou muito

bem no parque.

Assim, sucessivamente, de cada vez que apare-

ciam ovelhas negras eram rapidamente trespas-

sadas pelas armas para que as futuras gerações

de ovelhas comuns e correntes pudessem exer-

citar-se também na escultura.



Leonard Cohen



O prometido é devido... e, por isso, aí vai um pouco do escritor, poeta, cantor, vivo! (1934), Leonard Cohen.

Dados bibliográficos não faltam na net. Deixo para os que se interessarem.


A escolha é de gosto pessoal mas podiam ser outros temas, quer olhando à música-voz, quer olhando às letras. Este que escolho teve e ainda tem, um peso particular na obra do autor (mas vai, antes, um outro dele mais novinho também emblemático: http://www.youtube.com/watch?v=Zqu3U05tkAw&feature=related)




sábado, 7 de fevereiro de 2009

Luís António Verney

Luís António Verney nasceu em 1713 em Lisboa. Foi um filósofo, teólogo, professor e escritor português. Para além disso, foi também representante do Iluminismo em Portugal, e um dos mais famosos estrangeirados portugueses. Filho de pai francês e de mãe portuguesa, Verney estudou no Colégio de Santo Antão e na reformadora Congregação do Oratório até se formar em Teologia na Universidade de Évora.
Parte, então, para Roma, em demanda de saber, alcançando o doutoramento em Teologia e Jurisprudência. O mais conhecido e activo estrangeirado português, colheu fora de Portugal os pensamentos de renovação que iluminavam a Europa.

Neste Século das Luzes , se nos for lícito eleger uma figura que se destacou pelo seu profundo empenho no combate mental pela reforma da cultura em Portugal, aclamamos por excelência o pensamento de Luís António Verney.A obra chave de Verney é constituída por dezasseis cartas que o autor Barbadinho italiano escreve a um doutor de Coimbra. Com efeito, quando pensamos na referência a Itália, urge focar os seus contactos com os iluministas italianos, principalmente com Muratori, com o qual se carteou sobre jurisprudência e ensino. Mais ainda, é relevante o seu contacto directo com a realidade italiana, as suas escolas, hospitais e tribunais regidos por directrizes modernas e eficazes.
Com o contacto italiano, Verney intelectualizou um plano de intervenção global que denota influências decisivas dos grandes pensadores da sua época.




Verdadeiro Método de Estudar


"Na história da cultura da nossa pátria, o nome de Verney é de primeira grandeza; e o Verdadeiro Método, por alguns aspectos, a maior obra de pensamento que se escreveu em português."

António Sérgio


Apesar de ter escrito "Cartas Italianas" e "Metafísica" a sua principal obra foi "Verdadeiro Método de Estudar" em 1746. As suas páginas revelam um ideal filosófico recebido de John Locke. O principal mérito da obra de Verney, segundo o que os autores contemporâneos defendem, como o professor Jacinto do Prado Coelho, não se encontra no conjunto de ideias apresentadas, que não primam pela total originalidade, principalmente no momento actual que oferece possibilidade de identificação de fontes e influências, mas sim no modo singular como o nosso autor conseguiu conjugar todo um caudal de informações de origem variada, criando a estrutura interna do Método por conformação de sinergias criadoras. Jacinto do Prado Coelho sintetiza deste modo as vertentes reformadoras das dezasseis cartas:


"necessidade de tornar centro de estudos linguísticos, em vez do Latim, a própria língua materna; inclusão, ao lado das línguas clássicas já consideradas, algumas das línguas modernas; a substituição da Retórica de ornato, sem finalidade persuasiva, por certos princípios mínimos conducentes ao discurso em perspectiva de razão; a inclusão, no quadro das necessidades da cultura geral, dos estudos históricos e geográficos; a importância a conceder aos estudos experimentais de Física como preparação científica dos estudos superiores de natureza técnica, a consideração a ter pelo nascente Direito das Gentes como fundamentação dos estudos jurídicos; a importância a dar à Teologia Positiva na preparação do teólogo, que se destina, na maioria dos casos, a pôr-se em contacto com almas e não a preencher qualquer cátedra especulativa".

























Verdadeiro Método de Estudar, Luís António Verney, 1746



As posições de Verney não deixam dúvidas: contra a Companhia de Jesus, contra a entrega aos frades do ensino da ciência, contra a Inquisição, invenção de Maomé, contra os processos do Tribunal do Santo Ofício, o iluminista não é uma figura grata aos detentores das rédeas do ensino em Portugal.
O Verdadeiro Método de Estudar é, por tudo isto, uma proposta pedagógica de reforma marcada pela ruptura. Composto por dezasseis cartas de profunda erudição, vivas, enérgicas e com um perfume de graça, abordam, como já dissemos, temas muito variados. Defende a simplificação da ortografia, a substituição da vetusta e pesada arca de preceitos latinos do P. Manuel Álvares (que tinha 247 regras só para a sintaxe dos substantivos !) em prol da gramática latina, o ensino da língua portuguesa, o ensino da História, da Cronologia, da Geografia, da língua grega, do Hebraico, da Retórica, da Filosofia e da Metafísica, a Ética, a Teologia, o Direito Canónico e Civil e a Medicina.
Para além da ausência de castigos corporais, Verney defende ainda que a gramática da língua materna deve ser ensinada com um conjunto de requisitos sendo:

"curta e clara, a voz do mestre fazendo mais que os preceitos; no ensino dela, nem pancadas nem maus modos, mas grande paciência; e, sobretudo, o ensino prático, mostrando-lhe nos seus mesmos discursos, num livro vulgar ou carta bem escrita e fácil, o exercício e a razão de todos esses preceitos."


Esta pedagogia admirável e ainda hoje perfeitamente actual, constituía uma ruptura total com as concepções tradicionais dos pedagogos nacionais da época.
Estas ideias de Verney só viriam a revelar toda a sua sabedoria no futuro reinado de D. José que marca um novo e decisivo tempo para o ensino em Portugal.
Verney é o principal agitador mental do nosso país, segundo Frei Fortunato de S. Boaventura e o Padre Severiano Tavares. Mais ainda, muitos autores o consideram como verdadeiro messias cultural. Outros críticos, reconhecendo o seu valor, não deixam de lhe apontar alguns aspectos menos virtuosos. Porém, a sua tentativa de trazer a Portugal as novas luzes que transformavam a Europa merece o profundo comentário de Óscar Lopes e António José Saraiva que aqui transcrevo:



"No seu conjunto, o Verdadeiro Método de Estudar apresenta um certo número de características notáveis. Em primeiro lugar, a linguagem é franca, objectiva, sem rodeios nem incidências de humor: chama «parvoíce», «rapaziada», «ignorância», «idiota» ao que lhe parece. Depois, mede todas as questões pedagógicas segundo o critério da utilidade prática, o rendimento social efectivo dos estudos. Não tem qualquer preconceito exclusivista de superioridade, nem do trabalho intelectual relativamente ao manual, nem da inteligência masculina relativamente à feminina, e por várias vezes exprime a convicção de que, nas mesmas condições de vida e de escolaridade, negros ou ameríndios valeriam como brancos.
A sua preocupação de pôr os problemas de um modo impessoal, sem ferir susceptibilidades particulares, de expor com clareza, de ministrar indicações úteis (por exemplo, a bibliografia crítica como remate de cada assunto), autenticam uma profunda sociedade de propósitos."
















Oscar Lopes e José António Saraiva, respectivamente


Fontes utilizadas:


http://www.ipv.pt/

http://www.wook.pt/

http://pt.wikipedia.org/




Carolina

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009


Jonh Locke, nasceu em Agosto de 1632 e morreu um ano depois do tratado de Methuen (1704) foi um filosofo inglês, ideológico do liberalismo e considerado um dos principais teóricos do contrato social. Estudou filosofia, medicina e ciências naturais em Oxford. Teve de fugir para a Holanda em 1683mas voltou para a Inglaterra quando Henrique ll foi expulso do governo e Guilherme do Orange subiu ao trono. Locke nunca casou nem teve filhos por isso dedicou toda a sua vida a filosofia, principalmente politica.


Criou uma teoria chamada «Tabula rasa» (em português folha em branco) que afirma que todos nascem sem saber nada (iguais) e aprendem pela experiência, tentativa e erro. A filosofia política de Locke centrou-se na noção de governo e no respeito ao direito natural do ser humano de vida, liberdade e propriedade. Influenciou assim as primeiras revoluções liberais: Revolução Inglesa Americana e inicio da francesa. Explicando o porque da revolução e ainda dando a ideia de uma nova forma de governo. O nome de Locke esta fortemente ligado a tolerância. Uma tolerância que os franceses aprendem a valorizar na década de 80 do século XVll. Como afirma Bernard Cottoret essa tolerância vem do noroeste da Europa, ou seja, Inglaterra e Holanda. Podemos assim perceber que esta tolerância não e só politica mas também religiosa e social.

Conclusão:

Locke viveu numa Europa absolutista na qual os cidadãos acreditavam que o poder vinha de Deus, ideia este que Locke tentou e conseguiu combater, explicou que o poder não vinha de Deus mas sim dos homens porque no fundo quem criou e organizou a sociedade foram eles.

Na idade média os homens viviam livres no «estado de natureza» (na qual os homens nascem livres e iguais, onde existem as «leis da natureza», o «poder familiar», um estado de paz, boa vontade, assistência e cooperação) e agora viviam numa sociedade organizada «estado de sociedade» (sociedade organizada que e necessária para defender pessoas e bens e onde são aplicadas sanções a quem viola os «direitos naturais»)

Locke criou a ideia de «pacto social» onde os cidadãos cederam um pouco da sua liberdade individual em troca de benefícios – protecção e segurança. Para a garantia do respeito pela vontade dos súbditos defende a ideia da separação de poderes – o poder legislativo (parlamento) o poder executivo (monarca governante) no qual acaba por incluir o poder federativo e o poder judicial.

Algumas citações de Locke:

"Não se revolta um povo inteiro senão quando a opressão é geral."

"Ler fornece conhecimento à mente. Pensar incorpora o que lemos".

"Uma coisa é demonstrar a um homem que ele está errado, outra é colocá-lo na posse da verdade."

"As acções dos homens são as melhores interpretações dos seus pensamentos".

Fontes: Livro de Historia B do 10º ano
Texto de apoio 6
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MANEL

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Início da Luta Armada em Angola - 1961

Na madrugada de 4 de Fevereiro de 1961 em Angola, um grupo de mulheres e homens da UPA (União dos Povos de Angola), munidos de paus, catanas e outras armas brancas, atacaram a casa de reclusão, a cadeia de São Paulo (Luanda) para libertarem presos políticos, onde foram mortos sete polícias e a Emissora Nacional.

Com este ataque, pode-se dizer que começou a Guerra Colonial Portuguesa, e pouco depois viriam a ser feitos outros ataques em Moçambique e na Guiné.

Esta data é celebrada com feriado nacional em Angola como o dia do "Início da Luta Armada". É também uma data importante para os portugueses pois marca o início de uma guerra que durou 13 anos, e é fundamental para compreender a História contemporânea do nosso país.



Embarque das tropas portuguesas














tropas portuguesas em Angola































Visitem este site, criado recentemente sobre a Guerra Colonial:

http://www.guerracolonial.org/


Gonçalo

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Regicídio de 1 de fevereiro de 1908



O Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908 ocorrido na Praça do Comércio (Terreiro do Paço), em Lisboa, marcou profundamente a História de Portugal, uma vez que dele resultou a morte do Rei D. Carlos e do seu filho e herdeiro, o Principe Real D. Luís Filipe e uma nova escalada de violência na vida pública do País.

Este regícidio deveu-se à forte expansão do Partido Republicano Português, que tinha como principal objectivo a substituição do Regime, e também à conjuntura económica, política e social por que Portugal passava durante a ditadura de João Franco.

Subiu ao trono D. Manuel II, que demitiu logo o governo de João Franco e formou o governo da Acalmação presidido pelo contra-almirante Ferreira do Amaral.

Passados 2 anos viria a ser proclamada a República Portuguesa.


Curiosidade: Os regicídas foram Manuel Buiça (que atingiu mortalmente o Rei com um tiro na nuca) e Alfredo Costa (que atingiu o príncipe Luís Filipe).


Rei D. Carlos
































Príncipe Luís Filipe

Fontes:

Texto: Gonçalo Faria

Imagens: wikipédia
http://www.regicidio.org/indexmain.htm


Gonçalo